Rijksmuseum – Website

Rijksmuseum – Website

At the Rijksmuseum, art and history take on new meaning for a broad-based, contemporary national and international audience.

As a national institute, the Rijksmuseum offers a representative overview of Dutch art and history from the Middle Ages onwards, and of major aspects of European and Asian art.

The Rijksmuseum keeps, manages, conserves, restores, researches, prepares, collects, publishes, and presents artistic and historical objects, both on its own premises and elsewhere.

Tendo como missão uma tarefa tão nobre como difícil, o Rijksmuseum consegue com este website dar um enorme passo para a cumprir com uma qualidade invejável. A partir de hoje este entra para a categoria dos melhores sites de museus que eu conheço e recomendo.

Uma Lisboa diferente

Uma Lisboa diferente

Sei que é notícia da semana passada (ou talvez mais), mas não podia deixar de colocar aqui este vídeo e referência ao trabalho de investigação subjacente, porque sempre me impressionou a capacidade de reconstrução do passado associada às perdas e alterações sofridas na capital pelo Terramoto de 1755. E da mesma forma como fico fascinado a olhar para a maqueta que está no Museu da Cidade, fascina-me também (se calhar um pouco mais) a capacidade das novas tecnologias para a concretização deste tipo de projectos.

[vimeo 17044721 w=500&h=280]

Informação e segurança

Informação e segurança

Já aconteceu certamente a muitos de nós. Estar a trabalhar num documento, a fazer um trabalho qualquer durante semanas, meses até, e de um momento para o outro, por uma falha no sistema, problema no disco rígido ou outro qualquer problema, ficamos sem a possibilidade de aceder a um ficheiro, a uma base de dados, à informação que estava naquele suporte informático.

Eu já perdi alguns dias de trabalho com uma situação destas e conheço situações completamente calamitosas de bases de dados inteiras que ficaram inutilizadas ou perdidas, comprometendo meses de trabalho feito e impossibilitando o desenvolvimento de projectos que tinham como base a informação aí reunida. Não adianta sequer falar em sistemas de segurança de dados em determinadas situações, porque não obstante os constantes avisos para a necessidade de backups de informação, ainda há muito boa gente que não os faz. Não os faz com os dados pessoais e não acautela que o façam nos grandes sistemas de gestão de informação. E, ainda assim, quando o fazem não acautelam todos os procedimentos que garantam a fiabilidade dos dados guardados em backup e a sua posterior recuperação e utilização (testando os backups por exemplo). Hoje em dia este problema deveria ser cada vez mais discutido e pensado, mas ainda vejo uma preocupante despreocupação com a questão.

Ao ler esta história sobre a perda da informação que a Pixar (sim… essa mesmo… a dos filmes de animação) teve quando estava em plena produção do Toy Story 2, fico com arrepios de frio ao imaginar o que iria na cabeça dos responsáveis quando se deram conta da dimensão do problema e, ao mesmo tempo, alegra-me pensar que não é só em Portugal que o sistema de desenrasque funciona. Vejam lá a descrição da história na primeira pessoa (vídeo abaixo) e se tiverem tempo (aconselho vivamente) leiam o texto em que toda situação é descrita, incluíndo a atitude em relação à pessoa que cometeu o erro de executar um comando “delete all” na raíz de um directório que continha todo o projecto do Toy Story 2.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=EL_g0tyaIeE]

E vocês, fazem backups?

Uma pequena experiência, pode ser?

Uma pequena experiência, pode ser?

Quantos de vocês querem chegar a uma lista de 100 (excelentes) blogs sobre museus, história, arte, antropologia e não se importam de me enviar algum feedback sobre a utilização de um QRcode para o efeito?

Todos? Espero que sim. Basta apontar com o smartphone para a imagem seguinte:

Gostaram dos conteúdos? E que acham vocês da utilização dos QRcodes em Museus? Têm alguma experiência com este tipo de tecnologia? Já visitaram um museu que a utilize? Digam coisas.