Ou o coleccionismo levado ao extremo é coisa que não se vê todos os dias, mas leiam nesta notícia do New York Times e vejam a apresentação multimédia para terem uma melhor percepção do ponto a que estas coisas podem chegar.
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Grande exposição!! Destas é que devia de haver mais cá em Portugal.
Não sei se devia, Pedrozog… mas sempre é (era) uma outra forma de olhar para uma colecção.
Um museu é uma organização como qualquer outra que gere recursos humanos, financeiros e patrimoniais. Se não colocar em primeiro lugar, no centro da sua actuação, os seus clientes/utentes e criar factores de motivação para que os mesmos se desloquem ao museu, então muito mal vai essa organização.
Pedrozog,
não concordo quando diz que um Museu é uma organização como qualquer outra. Poderá ser no capítulo da gestão dos seus recursos humanos e financeiros, mas quanto ao produto que vende (não me faz qualquer espécie tratar assim a questão) é uma instituição completamente diferente das outras. O produto que o Museu vende, não é apenas dele é de todos nós e portanto os factores de motivação que deve criar precisam de ser bem maiores do que acontece numa empresa qualquer.
Mas no geral concordo com a sua ideia. Dificilmente continuaremos a ter museus se eles não tiverem públicos!
“O produto que o Museu vende, não é apenas dele é de todos nós e portanto os factores de motivação que deve criar precisam de ser bem maiores do que acontece numa empresa qualquer.”
Concordo com a frase, um museu não é uma empresa, mas deve ser gerido como qualquer outra organização publica, por principios e metodos de gestão. Um museu vende e presta serviços basicamente, utilizando os bens ou não (colecções)que tem a sua guarda para o fazer. Seria interessante dotar os museus do estado com mecanismo de avaliação da performance, assim como acontece com outros serviços do estado.
Concordo plenamente com a avaliação de performance, Pedrozog! Seria bom até que fossem avaliados e dotados em termos de orçamentos de acordo com a avaliação que possam ter.