Boas Festas
Embora já o tenha feito por e-mail a quem subscreve o Mouseion queria deixar aqui expresso os meus votos de um Feliz Natal e um 2013 próspero, feliz e com sucesso para todos que me dão a honra de consultar este espaço dedicado aos museus e museologia.
Quero também aproveitar este post para deixar um agradecimento a toda a equipa da Sistemas do Futuro (em especial ao Armindo Dias) pela manutenção técnica que me permite chegar até aí sem dificuldade.
Museu de Aveiro – Centenário
O Centenário de uma instituição, seja ela qual for, é um momento especial que deve ser festejado e exultado principalmente no tempo de crise em que vivemos. São instituições como esta, com uma história preenchida de altos e baixos, que nos permitem projectar o futuro e manter, ainda que com dificuldade, a esperança em tempos melhores. O Museu de Aveiro é para mim uma segunda casa. Pode parecer estranho dizer isto, afinal trabalhei no museu 3 anos apenas, entre 1996 e 1999, no entanto, reconheço esses três anos como dos mais importantes para a minha vida e carreira profissional nos museus. É então com grato prazer que dou uma pequena contribuição para a divulgação da seguinte actividade comemorativa desta data especial.
Em breve darei destaque a outras actividades da comemoração do centenário do Museu de Aveiro.
Entregue!
We shall not cease from exploration And the end of all our exploring Will be to arrive where we started And know the place for the first time.
T.S. Eliot — “Little Gidding” (Four Quartets)
Ontem foi dia de entrega da tese de doutoramento na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Um dia, devo confessar, que me deu um prazer imenso, porque, embora não esteja o processo ainda concluído, me deu uma sensação de dever cumprido que já não experimentava, com esta intensidade, desde que acabei o mestrado. Na tese constam, como é óbvio, os agradecimentos devidos, mas infelizmente não havia lá espaço para nomear e agradecer o contributo determinante de muitos colegas, amigos e família. Por isso mesmo aqui fica, com um enorme obrigado, e um pedido de desculpas prévio, caso me esqueça inadvertidamente de alguém. Três agradecimentos institucionais são devidos em primeiro lugar. À Sistemas do Futuro, empresa onde trabalho e que concordou em acolher este projecto de doutoramento, ao Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, que foi objecto de estudo no trabalho, pela disponibilidade e generosidade com que a direcção e equipa acolheram também este projecto e, finalmente, à Collections Trust pela abertura que mostrou desde 2007 e pelo apoio que tem dado a todo o projecto. Sem a colaboração destas três entidades, não teria conseguido sequer começar este trabalho. Como quem faz as instituições são as pessoas que ali trabalham, não posso deixar de agradecer ao Fernando Cabral, à Maria Van Zeller, à Natália Jorge, à Sónia Guedes, ao António Almeida, ao Adão Santos, ao Armindo Dias e ao Hugo Mesquita, colegas na empresa e amigos de longa data que têm sido um suporte essencial para esta aventura. Da mesma forma não podia deixar passar esta oportunidade para agradecer ao Prof. Paulo Gama e ao Prof. Pedro Casaleiro, incansáveis no auxílio e disponibilidade, à Maria do Rosário Martins, com quem tenho estabelecido uma relação de amizade ao longo dos anos de trabalho conjunto, por todo o tempo, ajuda e disponibilidade que teve para mim neste projecto e depois também ao Gilberto Pereira, à Ana Rita Amaral, à Catarina Pires, à Ana Rufino, à Dr.ª Ermelinda, à Dr.ª Arminda Miranda e aos restantes participantes (um pedido de desculpas por não ter presentes os nomes de todos) das diversas reuniões do projecto do Museu Digital do Museu da Ciência com quem aprendi muito sobre esta matéria ao longo do tempo. Também ao Nick Poole, ao Gordon McKenna, à Alex Dawson e à Susanna Hillhouse devo um especial agradecimento por todo o apoio prestado para este trabalho, especialmente, no que diz respeito à utilização do SPECTRUM em todo o projecto. Ao Prof. Rui Centeno, orientador do trabalho, pela disponibilidade, orientação e, acima de tudo, pela amizade que fomos construindo desde o mestrado. Um agradecimento especial vai também para todos os colegas e amigos dos museus (são muitos e certamente esquecerei alguém) com um cumprimento especial aos antigos colegas, sempre amigos, do Museu de Aveiro, a Isabel Pereira, o Zé Tó Christo, a Maria João Mota, a Madalena Cardoso, a Cláudia Pinho e Melo, a Maria da Luz, o Paulo, o Sérgio e restante amigos que por lá deixei. Um agradecimento especial à Cláudia Garradas, ao Mário Brito, à Isabel Silva, ao João Neto, à Rosa Figueiredo, à Manuela Fidalgo, à Patrícia Remelgado, à Patrícia Costa, à Susana Medina, ao Prof. Borges de Araújo, à Alice Semedo, à Paula Menino Homem, ao Prof. Armando Coelho, ao António Ponte, à Maria José Almeida, à Marta Lourenço, ao Dr. Artur Goulart, à Maria José Santos, à Maria José e à Ana José dos museus da Feira e a todos os outros amigos e colegas de profissão com quem tenho aprendido tanto ao longo destes anos. A todos os amigos de Espinho, da Universidade, de Aveiro, de Lisboa, do Porto, etc., com uma homenagem especial ao Quim que nos deixou este ano, fica um eterno agradecimento pela vossa amizade, pelo apoio e pelo espaço determinante que ocupam na minha vida. À bela e gigante família, com um carinho especial para o meu Pai, para a minha Mãe, para o João e para a Cláudia, alicerces importantes da minha vida, mas também para os sogros, cunhados, sobrinho, tios, primos e variantes femininas pelo apoio e amizade que permitiram ultrapassar mais uma etapa. À minha mulher (e revisora oficial dos textos da tese) pelo carinho, compreensão e amor e por ser mãe e pai durante os momentos de aperto e por o conseguir, ainda assim, fazer exemplarmente. Amo-te! Por fim… e mais importante do que tudo o resto, um beijo enorme para os meus filhos, Inês e João, na esperança que este trabalho lhes faça sentir que quando nos empenhamos conseguimos tudo! Para vocês fica também um pedido de desculpas pelas ausências que serão compensadas largamente daqui para a frente. A todos o meu reconhecimento e agradecimento pelo vosso contributo.
Todos os anos o mesmo
E infelizmente o mesmo de todos os anos não é bom. Desculpem-me esta pequena interrupção na emissão normal, mas todos os anos fico completamente chocado com a quantidade de área verde que arde (muitas vezes por mãos criminosas) no país. Todos os anos se nota um empenho dos vários governos nos meios de combate, mas para quando uma lei, uma política séria e estrutural para acabar de vez com este enorme flagelo? Entretanto, com este exemplo de inferno da Madeira, mando daqui um enorme abraço de solidariedade para todos quantos vêm a sua vida afectada, muitas vezes destruída, pelos incêndios.© Os direitos das imagens serão de alguém, mas não consigo determinar a origem.





