Não é bem assim

Ainda não li (mas estou muito curioso) o artigo na Revista Museologia.PT do Dr. Manuel Bairrão Oleiro sobre a gestão nos museus que é referido nesta notícia, mas confesso que me agrada muito a ideia de "privatizar" a gestão dos museus, com a devida resalva sobre as colecções e os edíficios, e colocar o enfâse no desempenho e mérito de cada equipa de trabalho. Espero, no entanto, que não se faça um processo destes sem haver o planeamento necessário para criar um sistema de gestão dos museus portugueses diferente do actual e que esse processo não seja um pretexto para o Estado lave daí as mãos como Pilatos. Como diz o cego, a ver vamos!

Uma boa notícia (pelo menos assim espero!)

Conhecendo grande parte das associações que estão ligadas à PP-CULT, bem como as pessoas que fazem parte dessas instituições (e sendo eu associado de uma delas), parece-me que esta iniciativa será muito importante na reflexão que é necessária fazer sobre o Património Cultural português. Aguardo com expectativa e vou fazer tudo por conseguir lá estar no próximo dia 16.

Atentos

Eu disse neste post que iria ficar atento à solução encontrada para resolver o problema criado com as instalações do CIPA e da DANSA, por causa da construção do novo Museu dos Coches.

Parece que até agora não há solução nenhuma, mas como neste país estas coisas costumam ser resolvidas dois dias antes do empreiteiro da nova obra entrar em campo, penso que ainda temos algum tempo sem notícias nesta matéria.

Aguardemos, então.

A ver vamos

Para que não digam que estou sempre a dizer mal de tudo e todos (o que é de todo mentira), fica aqui registado o agrado com que li esta notícia.

O empenho do país na recuperação de património edificado pelos portugueses além-fronteiras - muito do qual é de extrema importância para a cultura ocidental - é uma excelente notícia. A sua recuperação e, espero, a divulgação de informação sobre esse património. Haja vontade e meios para que esta resolução tenha bem mais do que o "carácter simbólico" referido na notícia.

No entanto, espero também que não sirva de desculpa (lá está, uma no cravo e outra na ferradura) para desleixar a recuperação do património dentro de fronteiras.

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